Etapa do Caminho
Descrição da Etapa
A Via da Prata começa no coração de Sevilha, junto à majestosa Sé. Esta primeira etapa de 21,9 km é uma longa jornada urbana e periurbana que permite ao peregrino despedir-se da capital andaluza. A rota atravessa a cidade, cruza o Guadalquivir e passa junto às ruínas romanas de Itálica em Santiponce, cuna dos imperadores Trajano e Adriano. O resto do caminho é uma longa recta pela planície agrícola sevillana, sem sombras, o que a torna muito difícil em épocas de calor. A chegada a Guillena, um povo blanco andaluz, oferece o primeiro descanso nesta longa travesseira.
Oitavo quilômetro da Rota da Plata está situado na imponente Catedral de Sevilha, junto à Giralda. A primeira etapa, de 21,9 km até Guillena, é um desafio, não por seu desnível, que é praticamente nulo, mas pelo seu carácter urbano e sua exposição ao sol.
Os primeiros quilômetros são um percurso monumental pelo centro de Sevilha, cruzando o emblemático Ponte de Triana. A saída da cidade é longa e pode resultar um pouco monótona. O primeiro grande hito histórico está em Santiponce: as impressionantes ruínas da cidade romana de Itálica. A visita ao seu anfiteatro e seus mosaicos é quase obrigatória e transporta o peregrino aos orígenes romanos dessa rota.
Tras Santiponce, a Rota se torna uma longa e recta pista de terra que avança pela vega do Guadalquivir, um paisagem agrícola de campos de naranjos e algodão. Esse tramo é completamente plano, mas carece de sombras, o que o torna em um verdadeiro forno nos meses de calor. É fundamental começar a caminhar muito cedo e levar água em abundância.
A chegada a Guillena, um povoado de casas brancas típico da campiña sevillana, é um alívio. A localidade oferece abrigo e todos os serviços necessários para se recuperar da primeira e dura jornada, e se preparar para adentrarse nas dehesas da Serra Morena o dia seguinte.
Os primeiros quilômetros são um percurso monumental pelo centro de Sevilha, cruzando o emblemático Ponte de Triana. A saída da cidade é longa e pode resultar um pouco monótona. O primeiro grande hito histórico está em Santiponce: as impressionantes ruínas da cidade romana de Itálica. A visita ao seu anfiteatro e seus mosaicos é quase obrigatória e transporta o peregrino aos orígenes romanos dessa rota.
Tras Santiponce, a Rota se torna uma longa e recta pista de terra que avança pela vega do Guadalquivir, um paisagem agrícola de campos de naranjos e algodão. Esse tramo é completamente plano, mas carece de sombras, o que o torna em um verdadeiro forno nos meses de calor. É fundamental começar a caminhar muito cedo e levar água em abundância.
A chegada a Guillena, um povoado de casas brancas típico da campiña sevillana, é um alívio. A localidade oferece abrigo e todos os serviços necessários para se recuperar da primeira e dura jornada, e se preparar para adentrarse nas dehesas da Serra Morena o dia seguinte.
Última atualização: 12/08/2025
Onde dormir
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